Bode expiatório: C. de Curuba aproveita erro de marido para exonerar esposa e se livrar de um BO nunca feito
Na política, há episódios que terminam quando a exoneração é assinada. Outros apenas começam
Meses atrás, um discreto episódio nos bastidores de um órgão público passou praticamente despercebido. Segundo relatos que circularam à época, desapareceram dinheiro e um notebook. O caso nunca ganhou grande repercussão curiosamente, nem sequer um boletim de ocorrência foi registrado e, para muita gente, simplesmente deixou de existir.
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Agora, novos acontecimentos voltaram a despertar atenção sobre aquele episódio. Entre decisões administrativas, mudanças internas e muitas perguntas sem resposta, a velha história reaparece cercada por versões diferentes.
Este humilde blogueiro faz apenas uma observação. Quando um caso reaparece muito tempo depois, a primeira obrigação é separar fatos de narrativas. Quem errou deve responder, mas ninguém deveria carregar um rótulo antes que tudo seja efetivamente esclarecido.
Quem tem culpa no cartório costuma acusar, e foi assim que aconteceu… quem sabia que havia o dinheiro de rachadinha dando sopa foi C. de Curuba, que pediu a exoneração de uma inocente servidora, após seu marido ser preso e, convenientemente, usou a pobre moça como sua bode expiatório.
No fim das contas, o roubo continua sendo o único ponto sobre o qual ninguém parece divergir. O Boletim de ocorrência nunca foi feito mas todos os funcionários da secretaria comentam e este blog trará com exclusividade provas que não deixam dúvidas…
Não é o passado que tira o sono de C. de Curuba, é o que ainda está por vir.
O restante ainda pertence ao terreno das perguntas. E perguntas, por mais incômodas que sejam, costumam sobreviver por muito mais tempo do que as versões apressadas criadas para para se livrar da culpa que o acompanha .
