Empresas que não criarem um escudo jurídico-tributário vão pagar mais caro na transição

Por Neto Cruz, advogado e contador

A Reforma Tributária não será um evento pontual, mas um processo contínuo de ajustes, erros e correções. Ao longo da transição, empresas estarão expostas a autuações, perda de créditos, falhas operacionais e conflitos contratuais. A questão não é se isso vai acontecer, mas com quem.

Nesse cenário, cresce a demanda por acompanhamento estratégico permanente, unindo advocacia e contabilidade em um modelo de proteção contínua. Não se trata apenas de reagir a problemas, mas de monitorar, ajustar e documentar decisões, criando lastro técnico para prevenção e defesa futura.

Empresas que contam com esse suporte conseguem adaptar seus procedimentos, rever contratos periodicamente e manter segurança jurídica durante a transição. As que não contam tendem a enfrentar fiscalizações, notificações e ações judiciais sem preparo prévio.

A Reforma Tributária está impondo um novo padrão de assessoria empresarial. O improviso ficou caro. A atuação integrada, técnica e contínua passou a ser o diferencial entre quem absorve o impacto e quem perde competitividade.

Da Redação

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