Patrimônio vendido, torcida revoltada: o colapso da era Frota no Sampaio
Durante anos, Sérgio Frota foi tratado como o homem que salvou o Sampaio Corrêa. Tirou o clube da crise, recolocou a Bolívia Querida no cenário nacional e construiu uma das gestões mais fortes da história recente do futebol maranhense.
Mas o tempo passa e trás verdades escondidas… e agora o cenário parece diferente.
Já há alguns anos, o dirigente vem sofrendo desgaste por parte da torcida por causa do desempenho do time dentro de campo e de uma gestão considerada por críticos como excessivamente voltada à venda de patrimônio do clube, ao estilo mais radical de Javier Milei.
A crise ganhou novos capítulos após o vice-presidente jurídico do clube, Perez Paz, afirmar que cerca de 84% do patrimônio imobiliário do Sampaio teria sido vendido nos últimos anos. Segundo ele, a área patrimonial teria diminuído de aproximadamente 278 mil m² para pouco mais de 46 mil m². Além das denúncias, o dirigente também convocou torcedores para uma reunião neste domingo, movimento que nos bastidores já é visto por muitos como o possível começo do fim da era Frota no comando do clube.
As declarações caíram como bomba entre os torcedores e trouxeram a tona críticas antigas sobre a administração do Sampaio. O que antes parecia um comando incontestável começa a dar sinais claros de desgaste. E na história quase sempre é assim, os impérios não acabam de uma vez. Primeiro surgem as dúvidas. Depois os conflitos internos. E por fim, a sensação de que até os nomes mais fortes podem cair.
