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Crítica Cotidiana Posts

Clínica enfrenta dificuldades financeiras devido a atrasos em pagamentos no Cedro…

Conforme relatos de funcionários e prestadores de serviços entrevistados pela reportagem, diversos pagamentos não foram efetuados nos últimos meses. Entre as queixas, há profissionais que…

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Maranhão: PF deflagra operação contra grupo que aliciava idosos vulneráveis para fraudes no INSS

A Polícia Federal desencadeou, nesta quinta, a operação Amparo Forjado em São Luís. O foco é desmontar um esquema que vinha drenando recursos do sistema…

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Paço do Lumiar: após denúncia do blog, governo inicia tratativas para solucionar transporte no Cotovelo

A repercussão da matéria publicada pelo Crítica Cotidiana nesta terça, 9, sobre o calvário diário enfrentado pelos moradores do Cotovelo parece finalmente ter mexido com…

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Gestão Julinho à beira do colapso? Tentativa de maquiar rombo da previdência leva prefeito a ser denunciado no TCE

A manhã desta quarta veio como um prelúdio do fim. A Câmara Municipal de São José de Ribamar protocolou uma representação pesada no Tribunal de Contas do Estado, pedindo que o TCE e o Ministério Público investiguem a retenção e o não repasse de contribuições previdenciárias descontadas dos servidores municipais. Uma denúncia grave por si só, mas que ganha ainda mais força quando colocada ao lado de todas as irregularidades que já se acumularam durante a gestão do prefeito Julinho, muitas delas reveladas pelo próprio Crítica Cotidiana ao longo dos últimos anos.

A representação dos vereadores – João Carlos de Sá, Mário Santos, César Vieira, Fik Fik, Neguinho do Parque Jair, Ednilson do Kantão e Thays Negão – aponta que o Município teria descontado da folha dos servidores, mas simplesmente não repassado os valores ao Regime Próprio de Previdência. O Projeto de Lei 154/2025, enviado pelo Executivo, tenta autorizar um novo parcelamento dessas dívidas, incluindo justamente as contribuições que jamais deveriam ter sido tratadas como verba livre.

A longa lista de tropeços da gestão Julinho. Desde os contratos milionários com empresas pouco conhecidas até as suspeitas sobre a merenda escolar, passando pela turbulência na saúde, com denúncias sobre sumiço de insumos, atrasos em pagamentos e serviços interrompidos, tudo parece ter construído, tijolo por tijolo, uma parede de desconfiança. Agora, com a previdência dos servidores no centro do furacão, a sensação é de que o castelo começa a ruir por dentro.

Os vereadores classificam o caso como possível apropriação de recursos vinculados, improbidade administrativa e até ilícito penal, a depender da comprovação de dolo. Pedem investigação completa: folhas de pagamento, comprovantes de repasse, demonstrações de dívidas, estudos de impacto. Querem respostas detalhadas. E, pela primeira vez em muito tempo, o discurso de que “é só perseguição política” parece difícil de sustentar diante da robustez técnica do documento.

Há quem diga que é o início do fim da gestão Julinho. Há quem prefira esperar pelos desdobramentos.

Se as irregularidades forem confirmadas, o que começou como mais uma denúncia pode terminar como o capítulo final de uma administração marcada por controvérsias. Resta acompanhar, passo a passo, a atuação do TCE e do Ministério Público.

Relembre os principais escândalos da gestão Julinho

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Paço do Lumiar: moradores do Cotovelo relatam dificuldades com transporte, água e lentidão de obras

Moradores do Cotovelo, em Paço do Lumiar, denunciam que o bairro vive um colapso no transporte público, agravado pela ausência da linha prometida para atender…

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Paço do Lumiar: Inquérito identifica quatro envolvidos no linchamento que matou Jerder Pereira

De acordo com o G1 Maranhão, o processo foi enviado ao Ministério Público após mais de um ano de investigações.

A conclusão do inquérito sobre a morte de Jerder Pereira da Cruz, linchado em outubro de 2024 no bairro Novo Horizonte, em Paço do Lumiar, confirma aquilo que as imagens, os relatos e a própria lógica social já sugeriam: Jerder não morreu por causa do surto psicótico que enfrentava, mas pela violência coletiva que se instaurou quando ele mais precisava de proteção. Segundo a Polícia Civil, quatro homens participaram diretamente do espancamento dentro e fora de uma igreja, episódio que terminou com traumatismo cranioencefálico e a morte do barbeiro de 35 anos. O processo, após mais de um ano de idas e vindas, foi finalmente encaminhado ao Ministério Público, que decidirá se formaliza a denúncia por homicídio.


Jader foi agredido, entrou em uma igreja e acabou amarrado com vários ferimentos — Foto: Reprodução/Redes sociais 

O caso escancara uma engrenagem institucional emperrada. No dia do surto, a esposa de Jerder procurou a polícia, mas ouviu que não se tratava de um “caso de polícia”, orientação que, na prática, deixou a vítima à mercê de uma multidão inflamada que o acusou equivocadamente de ser um ladrão. O advogado da família, Neto Cruz, classificou a demora na responsabilização como “omissão do Estado”, lembrando que justiça tardia, nesse contexto, representa não apenas um erro procedimental, mas a reprodução simbólica da mesma violência que tirou a vida de Jerder. Após meses de prorrogações de prazo, a investigação concluiu nomes, provas e dinâmica do crime, mas nenhuma prisão foi efetuada até agora.

Enquanto o processo se arrasta, quem vive o luto é Fabyana Louzeiro, que estava grávida de cinco meses quando perdeu o companheiro. Hoje mãe de um bebê que jamais conhecerá o pai, ela afirma que a demora judicial prolonga a dor e revitimiza a família. Jerder, diagnosticado com esquizofrenia mas medicado e funcional, era barbeiro, cuidava da casa e tinha planos para o futuro. No dia da crise, dizia ouvir vozes e agia de forma desorganizada, sintomas clássicos do transtorno, mas isso não justificaria o abandono e muito menos a brutalidade sofrida. A tragédia de Paço do Lumiar, mais do que um caso policial, evidencia o fracasso coletivo em lidar com saúde mental, intolerância social e a violência que segue naturalizada nas periferias brasileiras.

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O teatro da cassação: Braide joga para a plateia enquanto a Câmara dá tiro no próprio pé

Nas redes sociais, Eduardo Braide afirma que a denúncia acontece porque ele “não aceitou aumentar o próprio salário”. Já sindicatos e servidores dizem que o…

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